quarta-feira, 26 de agosto de 2015

BIOLOGIA ATUAL


MOSQUITO PÓLVORA - infestação no litoral
Mosquito pólvora, também chamado de maruim, da famíÍia biológica Ceratopogonidae, que engloba pequenas moscas (um a quatro milímetros de comprimento) da ordem Diptera.São encontrados em quase qualquer habitat aquático ou semi-aquático por todo o mundo. As fêmeas da maioria das espécies são hematófagas, ou seja, adaptadas para sugar sangue de animais, inclusive do ser humano. Preferen temperaturas acima dos 25°C, umidade acima dos 80% e pouquissímo vento, alimentando-se sempre próximos a áreas de reprodução. A principal espécie que ataca o homem no Brasil é a Culicoides paraensis (Goeldi,1905) -descrito pelo grande naturalista Emílio Goeldi -, correspondendo a mais de 90% de ocorrências de picadas deles. Em humanos, sua picada pode causar urticária, vergões vermelhos que podem persistir por mais do que uma semana. Para picar, o mosquito penetra no meio dos cabelos e pelo meio das roupas. O desconforto nasce de uma reação alérgica localizada com as proteínas em sua saliva, que pode ser de algum modo aliviado por anti-histamínicos tópicos.

INSETOS
Dizem que o nosso planeta atualmente é dominado pela à espécie humana, mas na realidade uma outra legião de seres espetaculares-os insetos, é que realmente conquistaram a superfície terrestre, pois bem mais da metade das espécies vivas hoje no planeta são insetos, ou seja, são cerca de 1,5 milhões de espécies diferentes. Certos insetos são bem familiares no convívio humano, por ex:as moscas, mosquitos e baratas, pois em qualquer lugar eles são encontrados. Surgiram aqui muito antes dos dinossauros,há mais de 350 milhões de anos atrás,sendo corroborado por achados fósseis, como baratas e libélulas com aparência semelhante das atuais, porém com dimensões maiores, sendo um bom exemplo disso a "macroneura", uma libélula com asas de mais de 70 cm de envergadura e com um corpo de 40 cm de comprimento, mas suas asas não dobravam sobre o corpo, fato que certamente impedia uma fuga rápida, tornando-se presa fácil, mas as atuais são bem menores e velozes; as fabulosas baratas também eram um pouco maiores que as atuais, mas sua aparência manteve-se inalterada até hoje, evidenciando que já surgiram biologicamente adaptadas as condições de nosso planeta, conseguindo sobreviver em condições inóspitas, inclusive comprovou-se resistirem à elevadas doses de radiação em laboratório. Impressionante! Muitos insetos possuem formas muito curiosas e figuram em inúmeras lendas no Brasil, como à Jequitiranambóia com sua cabeça parecendo uma boca de jacaré, onde um mito indígena cita que quando ela pica uma árvore causa à sua morte imediata, lógico que isso não prcede. Até mesmo no antigo Egito alguns insetos eram venerados, como os besouros escarabídeos. Até na exploração espacial, os insetos estão servindo de inspiração para o desenvolvimento de novos aparelhos, como os de Robert Michelson, pesquisador do Instituto de Pesquisa Tecnológica da Geórgia, em Atlanta. Ele trabalha desde 1996 num veículo de nome estranhíssimo chamado entomóptero. Do grego entomo (inseto) e ptero (asas), portanto, trata-se de um veículo voador que voa de forma semelhante a um inseto, que moveria batendo as suas asa. Além disso, as asas do entomóptero serão movidas por um músculo artificial cujo combustível dispensa a mistura de oxigênio, pois não podemos esquecer que a atmosfera marciana é muito rarefeita. O aparelho que supostamente seria enviado à Marte pesaria 15 kg e teria dois pares de asas, cada uma delas com 1 metro de envergadura instaladas na parte dianteira e posterior do equipamento, ambas bateriam numa freqüência muito rápida e as "máquinas-inseto" carregariam instrumentos de filmagem e coletores de amostras da superfície marciana; esta sendo cogitado pelos órgãos de espionagem americanos à utilização dessas máquinas.

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